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ACLARAR
REPASSANDO
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De uma brasileira,
catolica que vive proximo a Tel Aviv.
Tristes dias esses que vivemos.
Em
que a compaixão pelos mortos e feridos é um instrumento do
ódio. Uma ferramenta para culpar quem exerce o legítimo
direito de defesa. Defesa do direito à vida.
Do direito de cohabitar numa região em que ocupa muito pouco
de terra com grande esforço construtivo. Direito de
sobreviver num planeta que frequentemente é hostil aos
judeus, negando até o direito à vida.
Tristes dias esses que vivemos.
Em que crianças instrumentalizadas como escudos de
terroristas são usadas como motor do ódio a Israel nas
primeiras páginas dos jornais.
Em que a mídia em vez de denunciar essa manipulação e falta
de amor e proteção com os próprios filhos acolhe
generosamente e colabora com a geração de ódio aos judeus e
a Israel.
Triste dias esses que vivemos.
Em que países árabes negam o direito de judeus cohabitarem.
Em que um futuro estado palestino deve estar
necessariamente descontaminado de judeus. O exemplo de bom
convívio de mais de um milhão de árabes dentro de Israel não
tem a mínima reciprocidade nos países árabes. E a imprensa
se cala. Acha isso normal. Não questiona. Não analisa. Aos
árabes se dá o direito implícito de discriminar apriori. Sem
mais, sem menos.
Triste dias esses que vivemos.
A mídia não proclama os panfletos que a aviação de Israel
generosamente distribui antes dos ataques para permitir a
evacuação da população civil. Não vê nesse gesto o sentido
da ética humana de Israel. Mas acolhe, monta e proclama
generosamente a imagem do judeu sanguinário, comedor de
criancinhas. Imagem externa montada a partir de uma interna,
perversa, montada em 2000 anos de perseguiçõese expulsões de
um povo que nunca abandonou sua culturae ética milenares.
Troca-se a postura real e ética pela montada nas fotos
milimetricamente pinçadas num conflito amplo cuja
responsabilidade e iniciativa não é de Israel.
Triste dias esses que vivemos.
Nega-se o direito de defesa. Não se questiona o agressor.
Muito menos Síria e Irã que financiam, armam, contribuem com
logística. A mídia prefere fingir que não existem.
Questionam obsessivamente o apoio solitário dos EUA a
Israel. Preferem ver Israel isolado. E se esforçam para
isso.
Triste dias esses que vivemos.
Ignoram o fundamentalismo islâmico do Hezbollah e do Hamas.
Por ora estão prestando bons serviços. Matam judeus.
Mortes que são ignoradas. Judeus não contam.
Como os nazistas também prestavam os mesmos bons serviços.
Não vêem que amanhã os valores ocidentais
estarão em cheque direto.
Como a Europa não via a perseguição e matança nazista aos
judeus como um problema de dimensões muito maiores.
Israel é a cabeça de ponte de uma guerra maior.
Do direito de uma democracia com liberdade de existir contra
a visão fundamentalista islâmica. A queda de Israel hoje
seria a queda do mundo ocidental amanhã.
Mas o Ocidente não vê. A mídia não enxerga.
Como não viam o nazismo como um problema.
Matar judeus não é problema.Voce esta’ frustado pelas várias
vezes que a imprensa trata assuntos relacionados a Israel de
forma unilateral?
Voce esta’ exausto da hipocrisia de alguns repórteres
atacando Israel ao mesmo tempo que eles mostram simpatia por
terroristas? |